Poucas opções de navegação em Banda Larga móvel

O internauta Sérgio Amano, da cidade de São Paulo, conta que costuma ser penalizado com a redução de velocidade em seu plano de acesso 3G pela Claro.

“É muito injusto pagar 119,90 reais por mês para ter 128 Kbps no restante dos dias após chegar à cota de 1GB. Todo o dia 1º do mês fico feliz com o serviço, mas passados uns 5 dias volto à decepcionante velocidade de 128 kbps. Por esse preço ainda não recomendo ter o 3G pra ninguém”, desabafa o internauta paulistano.

Segundo a Claro, a prática tem como base a média de uso de dados da maioria dos consumidores em planos de acesso 3G.

Para os brasileiros localizados em áreas que não são atendidas pela banda larga fixa, o serviço móvel tem sido cada vez mais adotado. “Verificamos que o volume de novos clientes das classes C e D cresceu de 37% em janeiro de 2008 para 45% em janeiro deste ano” compara Fábio Freitas, gerente da divisão de oferta premium da Vivo.

Sem dúvida há esse crescimento entre pessoas que estão em bairros de grandes cidades ou em cidades que não são atendidas por outros serviços de banda larga.

Diante da concorrência crescente do serviço 3G – São Paulo, por exemplo, já conta com a oferta de Claro, Oi, Tim e Vivo -, além de investir em expansão e qualidade do serviço, as empresas estudam soluções como a instalação de antenas inteligentes capazes que detectar automaticamente o aumento de tráfego na rede móvel e ajudar no direcionamento da banda em determinadas áreas.

Zarife, da Claro, diz estar de olho na tecnologia chamada Remote Electrical Tilt, que está em testes na Europa, mas ainda não tem previsão de chegada por aqui.

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