Groupon deixa compras coletivas

O Groupon anunciou sua saída oficial do mercado de compras coletivas.

Hoje, a empresa lança uma nova plataforma além de aplicativo para smartphones.

Agora, a oferta não precisa mais atingir um número de vendas para valer.

Com a ferramenta de geolocalização, a ideia é que o consumidor busque as promoções disponíveis de acordo com a sua localização e perfil.

Desde o começo do ano passado a empresa começou a sair das compras coletivas.

Para lançar o novo site no Brasil, o foco foi na área de vendas para aumentar a base de ofertas disponíveis.

Fundado em 2008, nos Estados Unidos, o Groupon chegou no mercado financeiro três anos depois. Sua oferta inicial de ações(IPO, na sigla em inglês) foi de 13 bilhões de dólares.

No Brasil, a empresa tem 25,5 milhões de assinantes da newsletter e mais de 29 mil parceiros desde o início das operações. No mundo, são mais de 650 mil parceiros e 53,2 milhões de clientes ativos. A equipe do Groupon Brasil tem 600 pessoas e, globalmente, são mais de 12 mil colaboradores.

A plataforma da marca nos Estados Unidos é a mais sofisticada e com mais recursos e um dos objetivos da empresa é replicar as novidades nos 48 países em que atua. Na América Latina, o Brasil será o primeiro. Hoje, o Brasil está na frente na implantação do novo sistema porque tem o maior mercado.

Groupon

A principal estratégia da marca é focar na experiência do consumidor e de quem anuncia. Além do novo site, outra novidade são diferentes versões do app, uma para o consumidor e outra para quem anuncia.

A receita do Groupon continua vindo da taxa de comissão por venda realizada, mas hoje este valor varia de acordo com a campanha e o desconto praticado pela empresa parceira.

Em breve, serão lançadas também três novos serviços: o groupon reservas, groupon cupons e groupon live. O primeiro é voltado para quem deseja fazer reservas em restaurantes ou estabelecimentos, o segundo é voltado para vouchers com descontos e o terceiro reúne promoções de ingressos para shows, por exemplo.

A expectativa é que até o final do ano todos os países da América Latina também estejam com a nova plataforma. No ano que vem, um dos objetivos é definir o modelo de negócio para implantar no país um sistema para que a empresa parceira possa gerenciar a oferta e a relação com o consumidor. Lá fora os parceiros pagam uma mensalidade, aqui ainda não se sabe como será.

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