Chegou o Google Chrome 14!

A equipe do Google continua firme no desenvolvimento de melhorias em seu navegador: a empresa acaba de lançar a última versão estável do browser, o Google Chrome 14.

O lançamento traz como grandes atrativos uma série de correções de bugs e falhas de segurança e promete continuar lutando firme pelo posto de programa preferido dos usuários na hora de navegar pela internet.

Além disso, os desenvolvedores ganham novas possibilidades para a criação de aplicativos exclusivos para o browser, com suporte mais seguro a linguagens de programação e efeitos sonoros incríveis.

Apesar de não apresentar reformulações na sua interface, a última versão do software visa aperfeiçoar, mais uma vez, a experiência de navegação oferecida aos usuários. Conheça o que há de novo no Google Chrome 14!

Pulando do 13 para o 14!

A versão anterior do browser trouxe mudanças significativas e uma grande quantidade de recursos novos (como o reconhecimento de voz, a Web Store e o suporte nativo ao 3D, entre outros), o que gerou certa expectativa com relação ao lançamento do Google Chrome 14.

Entretanto, o foco aqui foi em melhorar esses serviços inéditos do navegador. Assim, muitas das novas ferramentas ganharam correções importantes, trazendo soluções para problemas de compatibilidade e funcionamento em geral.

Além disso, como de praxe, muitos bugs relativos à velocidade e à segurança de navegação foram consertados (um total de 32 erros), trazendo grandes melhorias na experiência de uso do Google Chrome como um todo.

Cliente Nativo

Com o Google Chrome, a gigante de Mountain View trouxe uma grande novidade: os aplicativos para navegadores. Agora, a empresa disponibiliza uma série de melhorias que darão ainda mais possibilidades para os desenvolvedores.

O Native Client (NaCl) é uma nova tecnologia para que o Chrome consiga rodar softwares programados nas linguagens C e C++ diretamente na sua interface, mas com garantias de segurança semelhantes às utilizadas em aplicativos Java.

Antes, os programas criados nessas linguagens – apesar de se mostrarem muito mais rápidos – acabavam por abrir várias brechas de segurança no navegador – o que por consequência os tornava uma ameaça em potencial.

O que o NaCl faz é executar o aplicativo entre duas áreas virtuais (as conhecidas “sandboxes”) que o isolam do resto do computador, impedindo-o de acessar outras informações, como dados do disco rígido de sua máquina, por exemplo.

Assim, os programas desenvolvidos para o Google Chrome (e em C e C++) passarão a ser muito mais rápidos, com aplicativos web apresentando velocidades semelhantes à de softwares gravados em seu computador.

Além disso, o recurso é capaz de facilitar muito o trabalho de quem cria programas para o browser, uma vez que trazer softwares “físicos” para a internet será muito mais fácil, bem como trabalhar com ferramentas mais avançadas e em três dimensões.

Por enquanto, a tecnologia está disponível somente para aplicativos presentes na Chrome Web Store, todavia, a empresa pretende liberar o uso do código nas próximas versões do navegador.

Sons mais complexos

Outra boa novidade do Google Chrome 14 é o Web Audio API, ferramenta que permite aos desenvolvedores criar avançados efeitos de som para serem rodados no navegador. Trata-se de um script capaz de sintetizar o áudio de forma avançada, mas para aplicações web.

Dessa forma, agora será possível a criação de sons em 2D e 3D, incluindo efeitos de dinâmica, espacialização e “efeitos de sala”, com elementos como eco, por exemplo. Assim, aplicativos desenvolvidos para o navegador (principalmente jogos) poderão explorar mais os recursos de áudio, melhorando ainda mais a experiência dos usuários.

Uma pequena amostra do que esse recurso é capaz pode ser acessada aqui. No endereço, estão algumas demonstrações do recurso e várias utilizações diferentes, com efeitos espaciais e de voz, batidas e ecos.

Novidades para quem usa o Chrome no OS X Lion

Novidades para quem usa o Chrome no OS X Lion

Se você utiliza o Google Chrome no OS X Lion passou por alguns maus bocados nos últimos tempos, com travamentos inesperados e algumas ocorrências de incompatibilidade em ferramentas do navegador.

A boa notícia é que a nova versão estável do browser traz várias correções, inclusive o conserto do bug nas barras de rolagem – agora a sobreposição só acontece quando você estiver as utilizando. Além disso, o atalho “Ctrl” + “Shift” + “F” ativa o suporte básico para tela cheia do Lion.

A Google segue inovando com o Chrome, o que mostra claramente o foco da empresa em trazer cada vez mais recursos para os usuários, sempre pensando um passo à frente de seus concorrentes.

A velocidade de navegação continua sendo um diferencial que trabalha a favor do browser, bem como a sua leveza e, consequentemente, seu baixo consumo de memória RAM quando ele está em execução.

O Native Client é uma grande novidade e pode consolidar de vez a criação de aplicativos exclusivos para o navegador. O fato de possibilitar a utilização segura de uma das linguagens de programação mais utilizadas no planeta mostra que a empresa busca tornar esses aplicativos cada vez mais rápidos e cheios de possiblidades.

Outra nova ferramenta que trabalha no sentido de melhorar os softwares para o Google Chrome é o Web Audio API, recurso capaz de dar efeitos sonoros espetaculares para esses programas.

Por possuir o HTML5 em sua estrutura, muitos recursos de arrastar e soltar podem ser utilizados, além das possíveis trocas de linguagem Flash para esta nova linguagem, que torna as páginas mais leves e seu carregamento, mais rápido. O suporte para conteúdos 3D é outro atrativo deste navegador, oferecendo a melhor experiência de navegação possível aos usuários.

Quando o assunto são extensões, também não há reclamações contundentes, uma vez que, mesmo faltando alguns dos principais complementos criados para o Firefox, as versões similares feitas para ele suprem as necessidades dos usuários sem problemas.

O Google Chrome é recomendado tanto para usuários domésticos e que desejam fazer as suas tarefas básicas (acessar as redes sociais, enviar emails e ler notícias, por exemplo) como também para quem deseja utilizá-lo para fins profissionais.

Uma Resposta

  1. Patricia Couto 17 de setembro de 2011

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