Caça-talentos do Google fala sobre as mulheres na TI

Por que você acha que há cada vez menos mulheres nos cursos de tecnologia?
YA
: Isso é um grande problema que está ocorrendo globalmente.

Nós não temos certeza de todas as razões, mas acreditamos que parte dos motivos está ligada à percepção da ciência da computação.

As pessoas acham que o profissional resume-se a ficar o sentado em frente a um computador, programando durante 12 horas por dia, sem falar com outras pessoas, o que ao torna uma pessoa chata. Outro motivo é que a imagem que as pessoas fazem de uma pessoa da área de ciência da computação costuma ser de um homem.

Então, quando as mulheres partem para decidir aquilo que vão estudar, elas não sentem uma conexão com esta área, elas não imaginam alguém como elas trabalhando com engenharia ou tecnologia.

No Brasil, o percentual de mulheres em cursos de TI varia entre 5% e 10% do total. Qual é a participação das mulheres no Google?
YA: A quantidade de mulheres varia de acordo com cada um de nossos escritórios. Mas, de uma forma geral, é mais ou menos a média que nós temos nas universidades americanas, em torno de 18% de mulheres. Mas nós estamos tentando aumentar esta participação internamente e também nas universidades.

Saindo um pouco do público feminino e focando em carreira. Quais as novas áreas em que o Google está procurando profissionais?
YA: Estamos buscando novas formas de conseguir acesso a informações. Então as novas áreas para nós são mobile, mapas e direções. Outros formatos de comunicação, como o vídeo, também estão ganhando cada vez mais espaço. Cinco anos atrás, era apenas uma coisa interessante. Hoje tudo está nos vídeos. É importante que os profissionais estejam preparados para trabalhar nessa realidade.

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  1. Pingback: Quer trabalhar no Google? 9 de janeiro de 2009

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