Smartphone: Torpedos e Wi-Fi comprometem a segurança

Os celulares se desenvolveram tanto em termos de tecnologia que se transformaram em computadores de bolso – os famosos smartphones.

Junto com o aumento de recursos, veio o acúmulo de informações pessoais no aparelho. Essa mudança fez com que os smartphones se tornassem alvos de pessoas mal-intencionadas.

Para proteger esses bytes preciosos e evitar que eles sejam roubados ou contaminados, é preciso tomar diversos cuidados.

O primeiro passo para garantir a proteção do aparelho é mudar o comportamento.

É preciso entender que o smartphone é um computador em local público. Por isso é necessário ser ainda mais cuidadoso.

DICAS

Não deixe o Bluetooth ligado sem motivo
Evite utilizar redes Wi-Fi desconhecidas
Tenha um antivírus instalado
Não acesse links estranhos
Verifique informações que chegam por torpedo
Evite baixar aplicativos de locais desconhecidos

Filev diz ainda que existem armadilhas feitas especialmente para fisgar usuários de telefonia móvel.

É comum encontrar redes Wi-Fi que são públicas, mas muitas vezes elas servem apenas como isca. Depois que o usuário se conecta, o criminoso tenta acessar o aparelho.

Assim como acontece com a rede Wi-Fi, o professor recomenda que os usuários sempre mantenham a conexão Bluetooth desligada quando não estiverem usando a ferramenta. O recurso pode servir como uma porta para alguém com más intenções.

O torpedo é outra forma utilizada pelos criminosos para aplicar golpes.

As tentativas de roubar dados dos usuários chegam também por SMS. Muitas vezes os cibercriminosos se passam pela própria operadora de telefonia e enviam links ou solicitam downloads por esse meio.

Ao acessar um desses sites, o usuário pode ter dados pessoais roubados ou o smartphone infectado por alguma praga.

Outras dicas citadas pelos especialistas incluem baixar aplicativos somente de fontes mais confiáveis, como o Google Play e a Apple Store.

No entanto, é preciso saber que mesmo essas lojas online podem ter programas perigosos. O Google Play, por exemplo, apresenta mais casos de vulnerabilidade e recebeu mil aplicativos maliciosos em agosto do ano passado.

Evitar links estranhos ou de fontes desconhecidas (assim como deve ser feito no computador) e possuir um antivírus instalado também são hábitos importantes.

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