O MacBook branco ainda vale a pena

Você, como muitos outros usuários, deve achar que o MacBook de alumínio é lindo.

Mas todos concordamos também que os 6 699 reais cobrados por ele doem como um soco no estômago.

Então, para quem deseja um notebook de 13,3 polegadas com o capricho da Apple, o negócio é pegar o velho modelo branquinho de plástico, o MacBook White, agora devidamente atualizado na memória e na placa de vídeo.

É só desembolsar 3 799 reais e ir para o abraço.

Com a nova configuração, o preço ficou bem atraente para essa categoria de ultraportáteis, especialista em juntar desempenho forte e design legal.

MacBook White 2.0Agora o notebook sai de fábrica com, pelo menos, 2 GB de memória RAM, o dobro da geração anterior. E o processador gráfico também ganhou um upgrade: a Apple trocou a placa da ATI por um modelo da NVIDIA, o GeForce 9400M, que trabalha com 256 MB de memória dedicada exclusivamente ao vídeo.

Completam a configuração um processador Core 2 Duo P7350, de 2 GHz, e 120 GB de disco rígido. A crítica aqui vai, obviamente, para o HD. As máquinas desse porte não costumam ter menos de 250 GB para armazenar arquivos.

Nos testes realizados a máquina reproduziu excelentes condições de uso cotidianas. Embora a placa de vídeo usada pelos dois modelos seja a mesma, notamos uma boa diferença entre eles no desempenho com gráficos.

Comparando o MacBook White com a nova versão, as diferenças mais importantes não estão nem na configuração, e sim no acabamento. Enquanto o modelo de alumínio é projetado para um acesso fácil à bateria e ao disco rígido, no branco o padrão de construção ainda é o antigo, sem aquela tampa de abertura fácil. Mas o detalhe que mais faz falta, para quem já usou a série recente da Apple, é o touchpad grandalhão com apenas um botão e vários recursos multitoque. Mesmo assim, na edição White ele ainda é confortável, espaçoso e aceita comandos simples, como zoom no navegador e rotação de imagens, quando os dedos estão em formato de pinça.
MacBook White com AppleCare até 2010
Agora, os detalhes clássicos do MacBook continuam aqui: o gravador de DVDs recebe os discos por uma fenda lateral e o conector do cabo de força é magnético e se desprende no caso de um puxão. Isso evita que um tropeço do seu irmão mais novo no fio esticado pela sala acabe levando o notebook ao chão. Outra coisa que continua agradando é a duração da bateria de seis células. Em nossos testes, ela conseguiu manter o laptop ligado e trabalhando com força máxima durante horas.

O micro possui, ainda, Wi-Fi no padrão 802.11n, Bluetooth e webcam de 1,3 megapixel embutida. Outra diferença em relação aos notebooks mais novos da Apple é a ausência da miniDisplay, uma porta com maior largura de banda, que aceita monitores de até 30 polegadas. Aqui, a conexão de vídeo é a miniDVI mesmo. Porém, as maiores críticas ficam reservadas para a falta de um leitor de cartões, a presença de apenas duas portas USB 2.0 e o teclado no padrão americano.

MacBook semi-novo também vale

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